15 setembro 2007
Ícaro

Estava traduzindo um texto que têm haver com a história de Ícaro. Fiquei pensando que também quero voar! Ultrapassar os limites do transponível...Mas se você não sabe quem é Ícaro o qual me refiro aí vai a explicação:
Na mitologia grega, Ícaro (grego: Íkaros, língua etrusca: Vicare, alemão e inglês: Ikarus) ficou famoso pela sua morte por cair dentro do Egeu quando a cera segurando suas asas artificiais derreteram.
Ícaro era filho de Dédalo, um dos homens mais criativos e habilidosos de Atenas. Um dos maiores feitos de Dédalo foi o labirinto do palácio do rei Minos de Creta, para aprisionar o Minotauro. Por ter ajudado Ariadne, a filha de Minos a fugir com Teseu, Dédalo provocou a ira do rei que, como punição, ordenou que Dédalo e seu filho fossem jogados no labirinto.
Dédalo sabia que sua prisão era intransponível, e que Minos controlava mar e terra, sendo impossível escapar por estes meios. "Minos controla a terra e o mar", disse Dédalo, "mas não as regiões do ar. Tentarei este meio".
Dédalo projetou asas, juntando penas de aves de vários tamanhos, amarrando-as com fios e fixando-as com cera, para que não se descolassem. Foi moldando com as mãos e com ajuda de Ícaro, de forma que as asas se tornassem perfeitas como as das aves. Estando o trabalho pronto, o artista, agitando suas asas, se viu suspenso no ar. Equipou seu filho e o ensinou a voar. Então, antes do vôo final, advertiu seu filho de que deveriam voar a uma altura média, nem tão próximo ao Sol, para que o calor não derretesse a cera que colava as penas, nem tão baixo, para que o mar não pudesse molhá-las. Dédalo beijou seu filho com lágrimas nos olhos e as mãos tremendo, levantou vôo e foi seguido por ele.
Eles primeiramente se sentiram como deuses que haviam dominado o ar. Passaram por Samos e Delos à esquerda, e por Lebinto à direita.
Ícaro deslumbrou-se com a bela imagem do Sol e, sentindo-se atraído, voou em sua direção esquecendo-se das orientações de seu pai, talvez inebriado pela sensação de liberdade e poder. A cera de suas asas começou rapidamente a derreter e logo caiu no mar. Quando Dédalo notou que seu filho não o acompanhava mais, gritou: "Ícaro, Ícaro, onde você está?". Logo depois, viu as penas das asas de Ícaro flutuando no mar. Lamentando suas próprias habilidades, enterrou o corpo numa ilha e chamou-a de Icaria em memória a seu filho. Chegou seguro à Sicília, onde construiu um templo a Apolo, deixando suas asas como oferenda.
Fonte: Wikipédia
Assim, Ícaro seria o símbolo do intelecto, mas que não foi moderado e se deixou levar pela paixão de voar e acabou morrendo. Embora, esse desejo de voar venha de séculos, a figura de Ícaro me deixa pensativa sobre o desejo de transpor os limites e ir longe, mais longe do que sua imaginação permitira. Lembrei de uma música que também retrata isso "voar, voar, subir, subir", lembra? A autoria é de Pisca e Claudio Rabello (Bendito tio Google! rs rs). Hoje em dia ela têm muitas versões, lembro da de Biafra:
Na mitologia grega, Ícaro (grego: Íkaros, língua etrusca: Vicare, alemão e inglês: Ikarus) ficou famoso pela sua morte por cair dentro do Egeu quando a cera segurando suas asas artificiais derreteram.
Ícaro era filho de Dédalo, um dos homens mais criativos e habilidosos de Atenas. Um dos maiores feitos de Dédalo foi o labirinto do palácio do rei Minos de Creta, para aprisionar o Minotauro. Por ter ajudado Ariadne, a filha de Minos a fugir com Teseu, Dédalo provocou a ira do rei que, como punição, ordenou que Dédalo e seu filho fossem jogados no labirinto.
Dédalo sabia que sua prisão era intransponível, e que Minos controlava mar e terra, sendo impossível escapar por estes meios. "Minos controla a terra e o mar", disse Dédalo, "mas não as regiões do ar. Tentarei este meio".
Dédalo projetou asas, juntando penas de aves de vários tamanhos, amarrando-as com fios e fixando-as com cera, para que não se descolassem. Foi moldando com as mãos e com ajuda de Ícaro, de forma que as asas se tornassem perfeitas como as das aves. Estando o trabalho pronto, o artista, agitando suas asas, se viu suspenso no ar. Equipou seu filho e o ensinou a voar. Então, antes do vôo final, advertiu seu filho de que deveriam voar a uma altura média, nem tão próximo ao Sol, para que o calor não derretesse a cera que colava as penas, nem tão baixo, para que o mar não pudesse molhá-las. Dédalo beijou seu filho com lágrimas nos olhos e as mãos tremendo, levantou vôo e foi seguido por ele.
Eles primeiramente se sentiram como deuses que haviam dominado o ar. Passaram por Samos e Delos à esquerda, e por Lebinto à direita.
Ícaro deslumbrou-se com a bela imagem do Sol e, sentindo-se atraído, voou em sua direção esquecendo-se das orientações de seu pai, talvez inebriado pela sensação de liberdade e poder. A cera de suas asas começou rapidamente a derreter e logo caiu no mar. Quando Dédalo notou que seu filho não o acompanhava mais, gritou: "Ícaro, Ícaro, onde você está?". Logo depois, viu as penas das asas de Ícaro flutuando no mar. Lamentando suas próprias habilidades, enterrou o corpo numa ilha e chamou-a de Icaria em memória a seu filho. Chegou seguro à Sicília, onde construiu um templo a Apolo, deixando suas asas como oferenda.
Fonte: Wikipédia
Assim, Ícaro seria o símbolo do intelecto, mas que não foi moderado e se deixou levar pela paixão de voar e acabou morrendo. Embora, esse desejo de voar venha de séculos, a figura de Ícaro me deixa pensativa sobre o desejo de transpor os limites e ir longe, mais longe do que sua imaginação permitira. Lembrei de uma música que também retrata isso "voar, voar, subir, subir", lembra? A autoria é de Pisca e Claudio Rabello (Bendito tio Google! rs rs). Hoje em dia ela têm muitas versões, lembro da de Biafra:
Sonhos de Ícaro
Biafra
Biafra
Voar voar, subir subir, ir por onde for
Descer até o céu cair ou mudar de cor
Anjos de gás, asas de ilusão
E um sonho audaz feito um balão
No ar no ar eu sou assim, brilho do farol
Além do mais amar no fim simplesmente sol
Rock do bom ou quem sabe jazz
Som sobre som, bem mais bem mais
O que sai de mim vem do prazer
De querer sentir o que eu não posso ter
O que faz de mim ser o que sou
É gostar de ir por onde ninguém for
Do alto coração, mais alto coração
Viver viver e não fingir, esconder no olhar
Pedir não mais que permitir, jogos de azar
Fauno lunar, sombras no porão
E um show vulgar todo verão
Fugir meu bem pra ser feliz só no pólo sul
Não vou mudar do meu país, nem vestir azul
Faça o sinal, cante uma canção
Sentimental em qualquer tom
Repetir o amor já satisfaz
Dentro do bombom há um licor a mais
Ir até que um dia chegue em fim
Em que o sol derreta a cera até o fim
Veja o vídeo aqui! http://www.youtube.com/watch?v=9mNxOYGiG2A
14 setembro 2007

Hj me perguntaram porque a civilização greco-romana (sobretudo a romana) me fascina tanto! Muitas coisas me fascinam, mas quando estou em meus estudos esqueço de quem sou e me reporto pra outro tempo. Como explicar que as estátuas e construções permanecem até hoje sem a nossa "tecnologia"? Estou a fim de viajar, de ir pra Grécia!
12 setembro 2007
de volta...

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Andei ausente por vários motivos....mas estou de volta!
Magister sevevo est!!! O latim está tomando meu tempo...